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DICAS PARA ALUNO DE PARAPENTE

 Vôo Adventure Sports

 Escola de Parapente

 (Instrutor Rodolpho R. Cavalini  FAI nível IV - DAC G-126)

Este guia foi criado com o objetivo de mostrar ao aluno o que esperar de seu curso, quais serão suas obrigações e direitos como piloto. Mostrar-lhe a hierarquia no vôo livre, os órgãos e também lhe dar algumas dicas sobre a escolha do seu primeiro parapente.

Procure uma escola habilitada.

  • O QUE VOCÊ DEVERÁ APRENDER EM SEU CURSO

No fim de seu curso prático, você deverá saber abrir seu Parapente, conectar-se sozinho, fazer a checagem, inflar com segurança, fazer seu vôo tranqüilo, realizar uma boa aproximação e um bom pouso. Não se preocupe com aquele medo que acompanha os primeiros vôos. Se você leu seu MAPIL, está atento as indicações de seu instrutor e respeita as condições de vôo e sua experiência, então este medo só irá contribuir para um crescimento seguro. Nem todos os alunos se tornam grandes pilotos. Se você decidir por ser um piloto de fim se semana, ótimo. Basta respeitar sua decisão e voar dentro dos seus limites. Se quiser mais, melhor ainda, só não tente dar um passo maior que a vela. Observe os níveis que tem que passar e não tente pular nenhum deles. Se acelerar o processo pode tomar um susto que vai levá-lo de volta ao morrinho da escola. Durante seu curso, você irá receber aulas teóricas. Nelas aprenderá o básico sobre:

O Equipamento - O que é um Parapente, suas partes, seu funcionamento. O que significam L/D, Envergadura, Alongamento, Razão de Descida, Área, Carga Alar, Número de Células, Curva Polar. E quais são os equipamentos de vôo.

Mecânica do vôo - Arrasto, sustentação e estol.

Fases do vôo - Decolagem, a checagem, o vôo, as regras de tráfego, vôo de lift, vôo de térmica, descida rápida, aproximação e pouso.

Homologação de equipamentos - Órgão responsáveis e critérios adotados.

Meteorologia - Vento, Nuvens, Micrometeorologia.

Situações anormais, Manobras avançadas e emergências - Fechamento Assimétrico, Fechamento Simétrico, Crevette, Decrochage, Parachutagem, Estol de B, Espiral, Estol de C, Negativa, Gravata, Pilotagem sem freios e Acionamento do Reserva.

Segurança em vôo.

Normas de Nivelamento de Piloto.
Nas aulas práticas aprenderá também a realiza orelhas, como manobra de descida de emergência. E na teoria deverá estar bem condicionado em como sair de um fechamento assimétrico e uma negativa.

  • A HIERARQUIA DO VÔO LIVRE

Todo piloto deve ser filiado a um clube de vôo e estar sujeito as regras e obrigações do mesmo. Este clube está sujeito a associação estadual. Associações/Federações estaduais prestam contas a Associação Brasileira de Vôo Livre e a ABVL por sua vez está ligada a Seção de Aerodesporto do Departamento de Aviação Civil (DAC). O DAC é a cabeça do Sistema de Aviação Civil no Brasil, em cada um dos sete Comandos Aéreos Regionais, existe um Serviço de Aviação Civil, o SERAC, responsável pela execução das normas emitidas pelo DAC.

  • OS DIREITOS E DEVERES DO ALUNO

Quando concluir seu curso você deverá se apresentar a FCVL para o Exame de Piloto Nível I (no caso do interior, se apresente a diretoria técnica do clube ao qual irá se filiar). Este exame é uma prova teórica de seus conhecimentos baseada no MAPIL (Manual do Piloto de Parapente) que você deve receber junto com este guia. Para a aprovação deverá obter 80% de acerto. Quando for prestar o exame você deverá levar 3 fotos 3x4, um atestado médico de capacitação física e mental e um xerox de sua carteira de identidade e do CPF.
Sendo aprovado no exame, a FCVL enviará sua documentação ao DAC para cadastramento e no prazo máximo de dois mêses você receberá seu CPD (Carteira de Piloto Desportivo) do DAC e a carteira da FCVL. Estará então habilitado a voar em qualquer rampa do país (desde que em dia com seu clube), e poderá participar de eventos e campeonatos. Tenha em mente que a responsabilidade de um piloto Iniciante é de seu instrutor e sua escola. Você deve sempre atender suas orientações, ele é um piloto credenciado e capaz de avaliar seu desenvolvimento e saber como guiá-lo. Caso tenha alguma dúvida ou se sinta inseguro quanto ao seu curso, pode recorrer a FCVL para orientação e ajuda.

  • QUE PARAPENTE COMPRAR?

Quando se formar ou até mesmo um pouco antes, você vai querer ter seu próprio Parapente. A melhor opção é comprar tudo de primeira mão e a pessoa mais indicada para lhe receitar um Parapente é seu instrutor. Mas nem sempre as coisas funcionam assim. Se você quer começar com um Parapente usado (mais barato), deve ter certeza de sua procedência, para que tipo de piloto ele foi feito e principalmente qual o estado do equipamento. Nem sempre o que você vê é a verdade. CUIDADO!
Infelizmente existem muitos pilotos (e até alguns instrutores) que tentam se livrar de seus Parapentes encalhados empurrando-os nos novatos. Alguns são bons Parapentes de escola que só servem para alunos recém formados (até aí tudo bem!). Entretanto outros são Parapentes em péssimo estado ou para pilotos mais experientes e estes representam um perigo para você.
Uma pausa para explicar o assunto:

Parapente ‘Escolinha’ ou ‘Saída de Escola’ - é exatamente o que um piloto recém formado deve usar. Ele foi feito para pilotos que ainda não passaram por condições adversas e ainda não tem o reflexo e condicionamento de quem já voa a mais tempo. Resumindo, ele perdoa mais e vai te dar mais segurança para seus primeiros vôos.

Parapente Intermediário - São para aqueles pilotos que já fazem vôos de térmica, já tem uma experiência razoável e estão procurando mais performance. Vai ser com certeza seu segundo Parapente. Estas velas normalmente tem um bom nível de segurança (quase como as saída de escola), mas por serem mais velozes, com maior planeio e mais alongados exigem um piloto mais qualificado.

Parapente Avançado ou Performance - Bom, este aí é certamente para pilotos mais avançados como o próprio nome diz. Ele precisa de um piloto atento e ativo para controlá-lo e apesar de seu bom nível de segurança não irá ajudá-lo quando você mais precisar. Normalmente o piloto é quem ajuda a vela avançada a se comportar.

Parapente de Competição - Nem precisa de explicação. Estes são feitos para pilotos de competição.

Depois desta breve explicação, você sai e encontra um voador antigo que diz que você está com a mão muito boa e que ele tem um parapa de alta (performance) que é uma mãe e que você vai se dar muito bem com ele e o precinho é especial. Diz que você vai fazer grandes vôos e se destacar entre os ‘principiantes’. Não se iluda! Se você tiver uma mão muito boa mesmo ‘pode ser’que seu instrutor te recomende um intermediário bem comportado, e olhe lá!
Nós não estamos falando de um motor que vai andar mais nem de uma caranga mais arrumada que vai atrair todas as gatas e os caras vão ficar babando. Estamos falando do seu lindo pescocinho. Depois de um tempo você vai descobrir que o vôo livre não perdoa, se você abusar vai levar. Agora que você encontrou o prazer de voar e quer voar até os 70, vá devagar. Até hoje ninguém se prejudicou por evoluir com cuidado, mas conheço vários casos de pilotos que quiseram pegar velas acima de seus níveis e descobriram depois que não era para eles (alguns da maneira mais difícil). O pior é que eles acabaram empurrando estas velas em outros pilotos desavisados que descobriram o mesmo.
Concluindo, procure a orientação de seu instrutor e não se arrisque. Se tiver dúvidas e se sentir inseguro, consulte nossa escola. Vai ser um prazer ajudá-lo e vamos esclarecer qualquer questão sobre sua nova vela. Preço, procedência e nível.
Sinta-se livre para nos procurar.
Bons vôos te encontro lá em cima!

  • Cheque de decolagem:

1-   Layout do velame:

Layout do velame como uma ferradura desta maneira você terá o centro inflando primeiro e uma chance maior de uma boa decolagem.

2-   Tirantes e freios;

Tenha certeza de que os tirantes e linhas estão sem nós ou desgastes, e os freios estejam livres.

3-   Tira de reboque:

Cheque a tira de reboque se esta bem presa nos mosquetões cheque os pinos de soltura e o puxador para ver se esta bem visível.

4-   Radio:

 Checar o radio para ver se todos as funções estão travadas e o volume esta alto o suficiente que você pode escutar bem. 

  • Curva Polar

Espremendo o rendimento:

A polar de velocidades e o ponto de partida de todos os cálculos e suposições.

Estas curvas representam todas as velocidades horizontais e suas correspondentes velocidades verticais. Porque na hora de planar, quando avança, sempre desce.

Evidentemente, quando menos descer e mas avançar, melhor o planeio. Como para cada velocidade horizontal corresponde um planeio e uma velocidade vertical podemos dizer que cada asa com seu piloto e seu equipamento terá uma polar de velocidade determinada diferente, se variar qualquer dos fatores implicamos diretamente com o rendimento.

No parapente a influencia mais significativa são as linha de sustentação que podem chegar a melhorar o rendimento em até 5 K em toda a escala de velocidade.

O piloto e menos relevante, mais a medida que as asas são mais alongadas, seus extremos mais limpos e a velocidade de vôo maiores, a resistência do piloto cobra importância.

 

Partes da polar:

Velocidade mínima. E obvio que se trata do ponto limite inferior da polar, desde que a asa começa a voar e a planar. A taxa de caída mínima, e o ponto onde a velocidade vertical e a menor, no qual o planeio e a velocidade horizontal não sejam as melhores.

A fineza máxima o ponto de melhor L/D não e a maior velocidade vertical nem a melhor horizontal e sim a combinação de ambas que nos da o melhor angulo de vôo mas plano.

No gráfico encontrá-las traçando uma tangente desde a origem 0 até a curva.

Pode medir a velocidade mínima com um anemômetro e a taça de caída com o variômetro, o melhor planeio só poderá ser reconhecido quando colocar todos os valores no papel.Desde o ponto de melhor planeio, a polar se degrada ate o extremo da velocidade máxima quanto mais plana se mantém a curva à medida que se vai aumentando a velocidade horizontal tanto será o rendimento das asas em velocidades altas.

  • FECHADAS GRANDES FECHADAS:

Condições:

Fechadas e grandes fechadas geralmente acontecem em condições de térmicas fortes como no interior ou desertos, se você normalmente não voa em condições deste tipo não saia logo voando sem pedir algum tipo de conselho de voadores locais ou instrutores isso poderá salvar seu dia, se você não tem costume de voar em lugares de condições fortes tenha paciência e tente ganhar um pouco de experiência em algum lugar mais calmo um pouco de humildade poderá salvar sua vida, a decisão e toda sua.

 

Prevenção:

Noventa e nove porcento dos fechamentos pode e devem ser evitados.

Você esta voando uma vela do tamanho certo? Você esta leve ou pesado no seu velame?

Você esta perto do limite de peso ou do mínimo? E certo de que quando voamos mais leve as fechadas são maiores e mais freqüentes.

Os velames mais atuais já são de uma forma ou outros desenhados para voar no limite de seu peso tendo assim a melhor performance e reações.

  • Formação de Cúmulos:

Nos dias com uma boa atividade térmicas (atmosfera instável) e com suficiente humildade no ar e freqüente ver nuvens com forma de cúmulos que aparecem desde a metade da manha nos cumes das montanhas com faces para o sol a onde se produz às térmicas.

O ar próximo ao solo e úmido contendo uma determinada quantidade de vapor de água. Ao subir a grandes alturas graças às térmicas se esfria e se satura de vapor ao descer a esta temperatura um pouco mais fria e não admite tanto vapor então ela se condensa em minúsculas gotas de água que formam o cumulo.

Estes cúmulos nascem e crescem com as térmicas. Geralmente nestas que crescem temos uma forma que vista de perfil e triangular com a base plana e os topos arredondados e bem definidos.

E um sintoma que debaixo destas nuvens teremos boas térmicas e que podemos ir para buscar ascendência. Pelo contrario se a base não e plana e o topo esta mais achatado não temos mais ar ascendente.No vôo de parapente não e tão fácil de alcançar estas condições pois quando vemos algo assim vai ser muito tarde quando chegarmos lá assim temos que nos acostumar a reconhecer estas formações antes que se formem por inteira.

 

  • Formação de Térmicas

A primeira coisa que tem de saber e que o ar não absorve facilmente a energia do sol, mais sim o solo, ou pelo menos determinados tipo de solo, que absorvem rapidamente a energia solar e esquentam. Pode ocorrer que a camada de ar perto do solo se esquente ao estar em contato com o solo. Esta camada de ar mais aquecida, com a temperatura mais alta em alguns graus mais do que o ar acima tem menos densidade e pesa.

Menos. Chega um determinado momento que ela se desprende do solo e forma uma bolha de ar ascendente, que sobe como um globo de ar quente. Essa e sua térmica.

À medida que a bolha de ar vai subindo, ela vai se expandindo e esfriando (0,6 graus C cada 100 metros) e chega um momento que sua temperatura se equilibra com a do ar a sua volta e deixa de subir. A esta altura se chama teto da térmica e comum para todas as térmicas que se produzem neste momento nesta área.

Se ao redor deste ponto de onde se desprendeu a térmica a uma grande superfície quente e, portanto temos uma grande camada de ar quente em contato com o solo, todo este ar subirá atrás da primeira bolha de ar, formando assim uma coluna ascendente com uma certa duração: cinco minutos dez minutos meia hora...A base desta coluna é muito estreita e por ali passa o ar muito rápido; com a subida, ela vai se alargando e assim

ficando mais suave e uniforme. Estas térmicas de colunas são as que mais nos interessam, pois nos permite ganhar muita altura respectiva ao solo. As térmicas não se desprendem em qualquer lugar. Tanto o momento e o lugar dependem de vários fatores. Nas montanhas é mais fácil do que no plano para identificar as fontes de térmicas. Grosso modo se pode dizer que nas encostar rochosas os terrenos secos virados para o sol e onde se cozinha as térmicas, sobre tudo se tratar de uma colina protegida do vento o ponto de desprendimento estará provavelmente no topo ou onde a inclinação diminua bruscamente. Como norma generalizada à forma do relevo e determinante para procurar-mos as térmicas. Deveremos fazer sobre os topos cristas de montanhas e saliências sempre que tenham encostas ensolaradas onde se tem o cozimento das térmicas. Nas diferentes naturezas do terreno somente aonde se determinam os pontos de desprendimento.

 

  • Girando em Térmica:

Já havíamos falado que as bases de térmicas são muito estreitas e turbulentas. Isso quer dizer que é melhor entrar mais alto do solo possível, as térmicas mais baixas serão mais difíceis e sobre tudo perigosas.

Pelo contrario quando encontramos uma térmica com altura do solo e nos pareça suficientemente cheia deveremos tentar girar e nos mantermos dentro dela ao máximo e subirmos ao teto.

A primeira coisa que devemos fazer e medirmos para ver se tem suficiente tamanho. Para isso e muito importante reconhecer e memorizar o momento de entrada da térmica. Se a entrada na térmica for simétrica, se notarmos que entramos de frente, que ambos os lados entraram na térmica de uma vez, simplesmente deveremos frear ao 50% e manter reto para centrá-la. Se a entrada for assimétrica notamos que um lado do parapente se levanta e o outro não ou se faz depois deveremos girar com decisão (entre 45 graus e 90 graus) para o lado que se primeiro levantou. Deste modo possivelmente poderemos nos dirigir ao centro

Uma vez que estamos na térmica e voando para seu centro devemos esperar um pouco antes de começar a girar com giros de 360 graus. Para um piloto não experiente e aconselhável contar pôr volta de 5 segundos antes de começar a girar se antes de terminar de contar tenha saído e que a térmica era demasiada estreita. Se em cinco segundos não há perdemos e sinal de que e suficientemente grande e larga e que poderemos começar a girar.

A de começar a girar com decisão não se retraia mais uma vez começado fazer o giro o mais redondo possível ao que às vezes a turbulência não o deixa fazer. Conseguir fazer giros de 360 redondos não e nada fácil, porque normalmente vamos encontrar turbulência e às vezes o parapente não queira girar e às vezes o faz demasiado. Um bom controle de vôo ativo poderá corrigir estes giros.

Mas seguir dentro de uma térmica não e fácil pois as colunas são transparentes. Teremos de imaginá-la e tentarmos seguir dentro dela sem sairmos. A norma para consequirmos isto e a seguinte: quando a ascendência aumenta devemos abrir o giro o incluso devemos voar reto pôr alguns segundos; quando diminui ou a perdemos deveremos fechar o giro. Deste modo se a térmica e suficientemente grande poderemos voam dentro dela sem sairmos, e assim subir ate o teto.

  

  • PILOTAGEM ATIVA:

Para uma boa pilotagem nos temos que ser bem ativos ao pilotar nossos parapentes, o nome pilotagem ativa vem de ser prevenido ou ativo as ações e reações de seu velame.

A melhor maneira de ativar sua pilotagem e começar colocando cinco kilos em cada um de seus braços, ou seja puxar e manter cinco kilos nos seus freios, desta maneira você aumentara a pressão em seu velame, mas com isso você terá de compensar cada vez que um lado ganhar pressão você libera o freio e cada vez que o lado perder pressão você puxa mais o freio, ou seja no decorrer do vôo você terá de manter os cinco quilos de pressão nos freio isso e apenas o primeiro estagio.

  • Seu peso na selete:

Para melhorar ainda mais sua pilotagem ativa a distribuição do seu peso entre os dois lados do seu velame e muito importante não ficar só sentado debaixo do parapente e apreciar a vista.

Quando sua selete rola para a direita e esquerda você tem de deixar sua cintura mover direita e esquerda para manter seu corpo reto e o peso distribuído igualmente para os dois lados de seu velame.

Manter os dois lados com pressão durante todo o vôo e muito importante para prevenir grandes entradas frontais.

  • Melhor performance:

A melhor performance esta na combinação de manter seus freios sempre com pressão e sempre sentindo o que o velame vai fazer e não o que já aconteceu, e manter sempre o seu peso bem distribuído entre os dois lados de sua selete.

  • Lembrete:

A pilotagem ativa não só e usada em ar turbulento e quando estamos em térmicas que chamamos de hora do rock roll, mais sim 100% do nosso tempo de vôo pois lembre que as piores entradas são sempre quando estamos voando reto de uma térmica para outra ou quando simplesmente estamos planando em vôo reto.

  • Térmicas se inclinam?:

As térmicas, uma vez que se desprendem do solo nem sempre sobe reto ate a base. Se há vento ela vai subir inclinada. Quanto mais forte o vento maior será a inclinação da térmica, que no qual vai complicar o vôo pois e fácil sair pôr baixo da térmica.

Para corrigir esta situação e manter-se dentro da térmica, teremos de abrir o giro quando estamos a favor do vento e fechar quando estamos de frente. Parece muito difícil mais na verdade não e tanto. Simplesmente seguir a velha regra de abrir o giro quando a ascendência aumente e fechar quando diminui também conseguiremos.

Quando uma térmica se desprende em algum ponto de uma encosta ensolarada de uma montanha com freqüência tem a tendencia de se inclinar para o lado da montanha. Isto se da ao mecanismo básico de ventos.

  • Aproveitando as Térmicas;

Se ao entrar em uma térmica prosseguimos voando reto pronto logo estaremos fora dela. Para aproveitarmos melhor as térmicas temos que fazer uma curva assim podemos nos manter dentro dela. Isto não e tão fácil, primeiro lugar a térmica tem de ser grande e homogenia para que temos espaço suficiente para girar sem sair dela, mais o problema principal e que térmicas não se vê. Teremos que imaginar e conseguir girar dentro dela somente usando nossos instintos e o que nosso variômetro nos indica.

As térmicas não são iguais nem em forca nem em tamanho. Segundo a maneira do sol atingir o terreno, depende da atmosfera se e instável ou estável vão ser mais ou menos fortes e vão subir mais ou menos a grande altura. Mais isso tudo pode variar com a hora do dia.

Geralmente as primeiras térmicas que se formam nas encostas com sol a partir das 10 ou 11 horas (na primavera ou verão) são bolhas passageiras estritas, violentas e às vezes praticamente impossíveis de se aproveitar.

Ao chegar próximo ao meio dia estas térmicas vão se formando em colunas com uma certa duração são numerosas mais freqüentemente violentas. O vôo e turbulento e difícil. Sim as térmicas são fortes o vôo desagradável e teremos que manter tensão com os freios para evitarmos fechadas. Um piloto avançado pode aproveitá-la girando rapidamente para aproveitá-la e a deixando rapidamente quando se acabam. Às vezes temos um tamanho e duração que permite-nos centrá-las e gira dentro delas. E a hora ideal para pilotos que sabe manter o controle de seu parapente e querem voar mais alto e mais distante.

E mais tarde a partir de 5 ou 6 horas (primavera e verão) que as condições ficam ideais para pilotos que estão iniciando em vôo de térmica. A partir desta hora as térmicas ficam mais suaves e progressivas ate seu desaparecimento quando se Poe o sol. Na realidade todos os dias não funcionam assim tão bem há dias com grandes estabilidades em que as térmicas se retraem são mais fracas e sobem apenas algumas centenas de metros, e outros dias com mais instabilidade, tudo se adianta e podemos encontrar térmicas mais cheias e muito bem formadas antes do meio dia; os cúmulos podem começar a se desenvolver e formar tormentas e por estes e outros motivos que se recomenda os vôos de final de tarde para pilotos iniciantes.

          Bons Vôos....

Instrutor Rodolpho R Cavalini 

Homologação FAI - ABVL - FCVL

Registro nº G-126



 
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