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História

HISTÓRIA

 

A colonização da atual cidade de Alfredo Chaves, teve início quando Dom Pedro II  doou 500 ha de terra ao guarda de honra da corte, o português Augusto José Alvares e Silva (Augustão).

 

A área foi dividida em cinco partes chamadas de Sesmarias: do norte, do sul, do leste, do oeste e Quatinga. A chamada Sesmaria Quatinga se estendia do Rio Joeba à comunidade de São Marcos. O território ocupado por índios, possivelmente TEMIMINÓS, pela proximidade com Benevente (atual Anchieta).

 

Augustão casou com Macrina Rachel da Conceição, filha de português de Campos dos Goitacazes – RJ, nascida naquele território. Quando o marido  morreu, Macréia – como era conhecida -, herdou a sesmaria, e doou a área do cemitério aos pobres escravos que não tinham onde morar.

 

O lugar se denominou então Povoação de Nossa Senhora da Assumpção. Mais tarde, os jesuítas construíram uma igreja e o local passou a se chamar Povoação de Nossa Senhora da Conceição.

 

Macrina Raquel e Augusto José tiveram 04 filhos homens e 01 mulher.

 

*Augusto José Alvares e Silva - c/c- Corina Galvão.

*Francisco Augusto José Alves e Silva – c/c – Ambrosina.

*Antônio José Alves e Silva – c/c uma italiana desconhecida.

*O nome do quarto filho deste casal  não constava no inventário que foi feito em Benevente em 01/08/1881, o inventário fala de cinco filhos

*Rita Augusta José Alves e Silva – c/c Coronel José Togneri.

 

O coronel José Togneri, filho do conde italiano Togneri, veio para o Brasil vender jóias e comprar terras, nasceu em Segromino Del Monte – Lucas – Itália, em 04/04/1846.

        

Do casal nasceram os filhos:

 

*Macrina Neta

*Amélia

*Rita Augusta (Ritinha)

*José Togneri Júnior

 

Residiam numa casa no morro onde hoje existe a caixa d’água .O coronel Togneri faleceu em 30/12/1911, andava fardado nos dias de festa e todo ano se apresentava ao batalhão Dom Pedro II, no rio de Janeiro.

 

*Macrina Netta, casou-se com Pedro Pérpoli e ficou residindo no condado de Lucas – Itália.

 

*Amélia, casou-se com o Conde Riani e ficou residindo em Lucas – Itália.

 

*Rita Augusta (Ritinha) – faleceu solteira, na Itália.

 

*Major Togneri Júnior, casou-se com Tereza Perim e recebeu as terras do Brasil.

 

Tiveram os filhos:

 

*Augusto Togneri – nascido em Alfredo Chaves (faleceu em 17/12/1971, óbito nº 1.729, talão n.º 13 pag.89).

 

*Eleonora Togneri – nascida na Itália.

 

*Heitor Togneri – nascido em Crubixá – Alfredo Chaves.

 

*Areodante Togneri – nascido em Crubixá – Alfredo Chaves. (Faleceu em 18/07/1957, óbito n.º 1.323 talão n.º 10 pag. 83). C/C. Deonilda Boldrini deixou os seguintes filhos: Maria José Togneri, Tereza Togneri e Tito Fernandes Togneri.

 

Em janeiro de 1911, após a morte de seu pai, passou a residir no sobrado, onde, em 1915 construiu o terreiro de cimento e pedra e o armazém em 1916.

 

A Rita Augusta José Alves Togneri, faleceu na Itália, porque tinha medo de não agüentar a viagem para o Brasil.

 

O major Togneri Júnior faleceu com 56 anos e foi enterrado em Cachoeiro do Itapemirim.

 

O primeiro grupo de italianos que ajudou a colonizar o atual município de Alfredo Chaves, desembarcou em Benevente (Anchieta) em 1877. De lá os europeus subiram o rio Benevente de canoas até Jabaquara, onde se encontraram em pleno sertão. O rio continuava navegável até a altura da atual sesmaria Quatinga.

 

Fundaram ali o povoado de Alto Benevente, outros colonos subiram um pouco mais, temendo prováveis enchentes do pequeno rio, mudando-se para um local mais elevado, era 1º de novembro e batizaram o local de Vila de Todos os Santos.

 

Todos os Santos, hoje distrito de Guarapari, pertencia ao Quinto Território da Imperial Colônia de Rio Novo.

 

Uma segunda leva de imigrantes, constituídas exclusivamente de italianos tem-se verificado em 1878. E em 1895, veio completar o círculo imigratório, um novo grupo de imigrantes, também constituído exclusivamente de italianos e, em maior quantidade que das duas vezes anteriores.

 

Os imigrantes que foram levados para a colonização deste Território desembarcaram em Vitória, Benevente e Itapemirim. Muitos navios, por interesse de seus comandantes que tinham por destino os portos do sul do Brasil, arbitrariamente obrigavam seus passageiros a saltar em Benevente ou Itapemirim, por puro interesse econômico.

 

Isso acontecia por causa das chamadas quarentenas nos portos de destino motivadas por epidemias. O comandante reduzia o percurso, economizando despesas que naturalmente embolsava. As muitas reminiscências de italianos que se fixaram no Espírito Santo contra a vontade, e que foram desembarcados desta forma, contribuíram para a popularização das sesmarias e do atual município de Alfredo Chaves.

As sesmarias, foram herdadas pelos cinco filhos de Augusto e Macrina. Tempos depois, toda área de Quatinga passou a ser de propriedade do Coronel Togneri, marido do quinto filho do casal, Rita Augusta José Alves e Silva, por dote.

 

Aos 18 de fevereiro do ano de 1877, efetuou-se a compra e venda de parte da sesmaria Quatinga que, entre outras coisas diz o seguinte:

 

“Saibam quantos este público instrumento de escritura virem, que no ano do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e setenta e sete, aos oito dias do mês  de fevereiro do dito ano, nesta vila de Benevente, província do Espirito Santo , em meu cartório onde eu tabelião me achava, ali, perante mim e as duas testemunhas no final desta assinadas, de uma parte, José Togneri e sua mulher Rita Augusta Togneri, e de outra parte o doutor Joaquim Adolpho Pinto Pacca, diretor da Imperial Colônia de Rio Novo, moradores os dois primeiros neste termo e este na dita colônia, termo de Itapemirim, uns e outros conhecidos de mim tabelião, do que dou fé; e por eles José Togneri e sua mulher foram dito que de hoje para sempre vendem á Fazenda Nacional um pedaço de terras em pasto, na fazenda de” Quatinga “dividindo-se pelo lado de cima com terras d’elles vendedores.”

 

Devido á constantes ataques dos índios a á pequenos enchente , os imigrantes continuavam a subir o rio e se fixavam pelos vales acima do Benevente e Batatais.

 

Com  o anúncio da construção da Estrada de Ferro Sul do Espirito Santo      (Leopoldina), levou novas esperanças aos italianos.

 

A colonização foi marchando progressivamente para Araguaia , Santo André, São Marcos , Matilde, Carolina , Deserto, Urânia, Maravilha e Engano (Ibitirui). Vênetos tiroleses que possivelmente estavam localizados em Iriritimirim , que tomou o nome de São José, povoaram uma parte do quarto território.

 

Em 1878, Dom Pedro II enviou o ministro da colonização , o engenheiro Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves, com 21 soldados , para expulsar os índios instalados nas fazendas Togneri e Gururu .

 

Apoiados pelo ministro, Dr. Joaquim Adolpho Pinto Pacca, da Imperial Colônia de Rio Novo, e pelo intermédio do coronel José Togneri, os imigrantes que chegavam ao povoado eram abrigados na antiga cadeia conhecida como “Barracão dos Imigrantes” ou “Hospedaria dos Imigrantes”. Mais tarde, novos grupos receberam alqueires de terra e foram morar no interior de Batatal, Carolina, Sagrada Família, São Marcos e Ribeirão do Cristo, e conseguiram abrindo picadas na mata, região montanhosa adentro.

 

Em 1895, o recenseamento das colônias do município acusava uma população de 5.843 habitantes, e o número de residências em 1.013 casas.

 

No ano de 1917, o italiano, Coronel José Togneri construiu o casarão na sede da fazenda Quatinga, que permanece preservado. A parte superior abrigava a residência, e o térreo a casa comercial Irmãos Togneri, e no subsolo as senzalas de escravos não alforriados.

 

Além de exportação de café, a atividade da loja incluía a importação de produtos finos da Europa, principalmente França e Itália.

 

SUBSÍDIOS PARA O ESTADO DA EVOLUÇÃO POLÍTICA

 

 

Formação Político -Administrativa  – A colonização das terras do atual Município de Alfredo Chaves teve início quando imigrantes tiroleses vieram estabelecer-se no município de Benevente (Anchieta), e ai fundaram o povoado de Alto Benevente. Este mais tarde recebeu a denominação de Alfredo Chaves, em homenagem ao ministro da Colonização Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves.

Em 1891, o decreto estadual de 24 de janeiro, criou o Distrito e o Município de Alfredo Chaves, este com o território desligado do município de Benevente, atual Anchieta.

 

A sede municipal adquiriu foros de cidade, por efeito da lei estadual n.º 1.417, de 21 de maio de 1924.

 

Formação Judiciária – A 20 de setembro de 1924, criou-se à comarca de Alfredo Chaves, que nos quadros de divisão territorial datados de 31/12/1936 e 31/12/1937, bem como no anexo ao Decreto-Lei Estadual n.º 9.222, de 31 de março de 1938, se apresentada, unicamente, pelo termo-sede, ao qual se jurisdicionam 2 Municípios: o de Alfredo Chaves e o Iconha.

 

De conformidade com o Decreto-Lei Estadual n.º 9.941, de 11 de novembro de 1938, o termo de Alfredo Chaves perdeu o Município de Iconha, transferido para o termo-sede da comarca de Anchieta, e adquiriu desse o Município de Guarapari. Assim, na divisão territorial do Estado, vigente no quinquênio 1939-1943, fixado pelo citado Decreto-Lei n.º 9.941, a comarca de Alfredo Chaves permanece com apenas o termo desse nome, ao qual se subordinam os municípios de Alfredo Chaves e Guarapari.

 

O Legislativo de Alfredo Chaves, no dia 16 de março de 1990, promulgou a LEI ORGÂNICA do Município de Alfredo Chaves, que entre mais diz o seguinte:

 

 

TÍTULO I

 

 

LOCALIZAÇÃO

 

 

A cidade de Alfredo Chaves está situada à margem direita do Rio Benevente e dista em linha reta da capital do Estado (Vitória) 60km. Possui as coordenadas: Latitude Sul 20º 38 40 “e Longitude W Gr 40º 41’50”.

O município pertence à Região Sul do Estado do Espírito Santo, e limita-se:

 

 

Ao norte – Marechal Floriano e Domingos Martins

Ao sul – Iconha e Rio Novo do Sul

A leste – Anchieta e Guarapari

A oeste – Vargem Alta

 

 

ÁREA

 

 

O município de Alfredo Chaves possui uma área de aproximadamente 616,50 km, sendo 1,3349% em relação ao Estado, que é de 46.184,10 km.

 

 

CLIMA

 

 

O clima de nosso município é subtropical quente, com regular distribuição pluviométrica. Verificam-se fortes chuvas de outubro a novembro. Podendo variar de comunidade para comunidade, de distrito para distrito, devido à suas altitudes.

 

 

ALTITUDE

 

A cidade de Alfredo Chaves está a apenas 16 metros do nível do mar, mas 83% de sua área de 616,50 km estão em declividade de 30% a 100%.

 

 

RELEVO

 

O Município de Alfredo Chaves é montanhoso. Dentre as paisagens podemos citar a Pedra da Boa Vista, Pedra do Gururu, Pedra de Santo Antônio. Os solos predominantes são os classificados como Latossolo Vermelho, Amarelo, Disfórmico, com fertilidade variando de média e baixa e PH moderadamente ácido em torno de 5.0.

 

 

HIDROGRAFIA

 

A Bacia e o rio mais importante do município de Alfredo Chaves, é o Rio Benevente.

 

NASCENTE: Nasce na Serra do Tamanco, entre o Município de Alfredo Chaves e Vargem Alta.

FOZ: Despeja suas águas no Oceano Atlântico, em Anchieta.

 

AFLUENTES:

 

Margem Direita:

 

ð     Rio Joeba,

ð     Rio São Joaquim,

ð     Rio Crubixá,

ð     Rio Maravilha,

ð     Córrego São Bento.

 

Margem Esquerda:

 

ð     Rio Caco de Pote,

ð     Rio Batatal,

ð     Rio Iriritimirim,

ð     Córrego do Cedro,

ð     Córrego Fortuna,

ð     Córrego da Pedra,

ð     Córrego Rio Novo de Matilde,

ð     Córrego Ferradura,

ð     Rio Santa Maria,

ð     Córrego São Sebastião,

ð     Córrego São Gabriel.

 

 

CACHOEIRAS:

 

O Município de Alfredo Chaves, pela sua formação rochosa montanhosa, possui diversas quedas d’água e cachoeiras. A mais famosa e importante é a Engenheiro Reeve (Matilde), com potência estimada em 2.000hp (potência de água), formada pelo Rio Benevente, localizada no Distrito de Matilde. E outras formadas pelos afluentes do Rio Benevente, que são:

 

ð     Cachoeira de Bela Vista (São Bento de Batatal),

ð     Cachoeira de Piripitinga (Barra de Batatal),

ð     Cachoeira Tororoma (Cachoeira Alta),

ð     Cachoeira Crubixá (São João),

ð     Cachoeira de Iracema (São Roque de Maravilha),

ð     Cachoeira Vovó Lúcia (Ibitiruí),

ð     Cachoeira Daróz (Carolina),

ð     Cachoeira Santa Maria Madalena (Santa Maria Madalena),

ð     Cachoeira Santa Maria do Engano (Santa Maria do Engano),

ð     Cachoeira da Neusa (Ibitiruí).

TOPOGRAFIA

 

O município de Alfredo Chaves possui uma topografia variada destacando; serras, picos e vales, tais como:

 

ð     Serra Pão Doce,

ð     Serra do Batatal,

ð     Serra Richmont,

ð     Serra Boa Vista (940 m),

 

 

Picos

 

ð     Pico do Tamanco (1.050 m),

ð     Pico do Gururu (450 m),

ð     Salto D’água (510 m).

 

 

Vales

 

ð     Vale do Caco de Pote,

ð     Vale do Crubixá,

ð     Vale de Carolina,

ð     Vale de São Francisco do Batatal,

ð     Vale Santa Maria Madalena,

ð     Vale do Iriritimirim,

ð     Vale de Nova Estrela,

ð     Vale de Cachoeira Alta,

ð     Vale São Roque Maravilha.

 

 

RIQUEZAS NATURAIS

 

 

Minerais:  areia, granito, pedra argila.

 

Vegetais:  Ipê , canela, cedro, peroba, jequitibá, jatobá e diversas madeiras de lei.

 

Animais:  tatu , jacaré, lagartos, porco espinho, paca, macaco, gambá, e  uma infinidade de aves e peixes.

 

O município apresenta aproximadamente 45 % de cobertura florestal.

 

 

 

 

POPULAÇÃO

 

De acordo com o censo do IBGE/2000, o município de Alfredo Chaves possui 13.603 habitantes , sendo 5.609 urbano e 7994 rural.

 

DISTRITOS

 

 

ð     MATILDE

ð     SAGRADA FAMÍLIA

ð     RIBEIRÃO DO CRISTO

ð     URÂNIA (SÃO BENTO)

ð     SÃO JOÃO (CRUBIXÁ)

ð     IBITIRUI (ENGANO)

ð     SEDE (ALFREDO CHAVES)

 

 

ATIVIDADES ECONÔMICAS

 

Alfredo Chaves tem como principal atividade econômica à agropecuária, sendo que na agricultura se destacam :a olericultura (verduras e legumes), a cafeicultura , a bananicultura e a avicultura.

 

CLAC – Cooperativa de Laticínios de Alfredo Chaves.  Fundada em 29 de outubro de 1962, uma Empresa Cooperativista de Produtores de Leite. Produz queijo frescal, requeijão, doce de leite, leite empacotado.

 

 

INDÚSTRIA

 

Restringe-se ao

ð     Beneficiamento de café e cereais,

ð     Fábrica de aguardente (cachaça)

ð     Fábrica de farinha de mandioca,

ð     Fábrica de fubá de milho,

ð     Água mineral DUPOTE, envasamento

ð     Fábrica de transformação de frutas (mariola),

ð     Agroindústria artesanal rural (biscoitos),

ð     Fábrica de blocos, manilhas e pré-moldados.

 

 

ASPECTOS INFRA-ESTRUTURAIS

 

ABASTECIMENTO DE ÁGUA – Atualmente o abastecimento de água é realizado pelo SAAE  (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), que faz a captação de água na calha principal do rio Benevente, na localidade de Cafundó, com tubos de 150mm a 5 km da sede, possuindo um total de 1.257 ligações de água tratada na sede do município. Podemos afirmar que 99% das residências situadas na área urbana da sede são abastecidas pelo SAAE.

 

Nas localidades de Vila Nova de Maravilha, Recreio, São João de Crubixá, Ibitirui, Sagrada Família, São Roque de Maravilha, Cachoeira Alta, Córrego São Braz e Matilde, o SAAE faz a captação e distribuição de água não tratada (sem cloro e sem flúor).

 

DESTINO DOS DEJETOS E LIMPEZA PÚBLICA – O município conta com coleta regular de lixo, sendo o mesmo depositado em local apropriado em conformidade com a legislação em vigor (aterro sanitário).

 

Quanto à rede de esgoto, podemos afirmar que 95% das residências já estão com suas ligações efetuadas na área urbana, sendo que os bairros, Imigrantes e Cachoeirinha, contam com estações de tratamento. Na área rural existem duas estações de tratamento no distrito de Matilde, duas no distrito de Ibitirui e uma na localidade de Cachoeira Alta, nas demais residências existem fossas sépticas.

 

MEIOS DE COMUNICAÇÃO – Na área de comunicação o município de Alfredo Chaves possui cobertura do sistema de telefonia fixa na sede e em algumas localidades rurais, e telefonia celular na área urbana e rural (celular fixa). O município possui ainda na sede uma agência dos Correios e Telégrafos, uma emissora de rádio (FM) – (Sociedade Alfredense de Rádio Difusão LTDA – 91,7) e uma estação repetidora de televisão que transmite os sinais da Rede Globo, Sistema Brasileiro de Televisão, Rede Bandeirantes e Rede Record

 

TRANSPORTE – Alfredo Chaves encontra-se a 81 km da capital do Estado e está ligado à BR 101 pela rodovia ES 146 (Rodovia Lauro Ferreira da Silva Pinto), que possui apenas 2 km de pavimentação dentro do município, é cortado ainda pela Ferrovia Centro Atlântica S/A com suas estações desativadas, transportando apenas mercadorias. O município é beneficiado pelas empresas Viação Alvorada e Viação Águia Branca (Intermunicipal) e Viação Cavalini (municipal).

 

SERVIÇO – Atualmente Alfredo Chaves possui 03 (três) agências bancárias e 01 (um) banco postal sendo:

ð     01 (uma) agência do Banco d Brasil S/A.

ð     01 (uma) agência do Banco do Estado do Espírito Santo S/A.

ð     01 (uma) agência do SICOOB (Sistema das Cooperativas de Crédito, integrantes do BANCOOB – Banco Cooperativo do Brasil -).

ð     01 (um) Banco Postal – Bradesco S/A.

O comércio, de médio porte, dispõe de uma associação, a ACIAAC (Associação Comercial, Industrial e Agroindustrial de Alfredo Chaves), criada em 07/1993, possui 77 associados e proporciona uma série de serviços como xerox, fax etc. e convênios com UNIMED, SPC, etc.

 

EDUCAÇÃO

 

A Secretaria Municipal de Educação está localizada no prédio do Núcleo Educacional, à rua Cais Costa Pinto s/n, 3º andar, tendo como secretária a Sr.ª. Maria Íris Dias Nunes. Conta com um corpo técnico composto de uma Supervisora Escolar e uma Orientadora Educacional 02 Auxiliares Administrativos, 01 Motorista e 02 serviços gerais.

 

O município atende às escolas municipais e estaduais com gás, merenda escolar, transporte escolar, capacitações e livro didático, em parceria com Estado e União em alguns casos.

 

A Secretaria atende com apoio pedagógico a 22 escolas municipais e 13 creches, sendo que as escolas estaduais estão subordinadas a Superintendência Regional Metropolitana Expandida Sul, que se localiza em Guarapari.

 

A Secretaria oferece ainda a seus professores o projeto PROCAP (Programa de Capacitação de Professores), buscando a melhoria na qualidade do ensino.

AÇÃO SOCIAL

 

A Secretaria de Ação Social funciona à rua Moacyr Saudino nº72 e tem como secretária a Sr.ª. Maria da Glória Miranda Volponi, auxiliada por uma Assistente Social, um oficial administrativo e um auxiliar administrativo.

Dentre as ações desta secretaria destacamos:

ð     Programa de Atendimento a Crianças e Adolescentes de 07 a 18 anos, atendendo um total de l50 crianças e adolescentes nas seguintes atividades: futebol de campo, futebol de salão, voleibol, congo, artesanato, corte e costura, horticultura e jardinagem.

ð     Programa Criança em 1º Lugar, onde 300 crianças são agraciadas por semana de 05 (cinco) pacotinhos de leite achocolatado para complemento alimentício.

ð     Programa Geração de Renda, com 99 mães envolvidas no Programa Morar Melhor e PETI.

ð     Grupo da 3ª Idade, atendendo a 90 idosos, que se reúnem duas vezes por semana.

A Ação Social é responsável pelas 13 creches do município, sendo que 3 em horário integral e 10 em meio horário (4 horas), atendendo crianças de 0 a 6 anos.

 

 

 

SEGURANÇA PÚBLICA

 

POLÍCIA MILITAR

O DPM (Destacamento Policial Militar), é composto por policiais, viaturas,  armamentos e equipamentos com a missão principal de garantir a manutenção da Ordem Pública, realizando policiamentos de rádio patrulha (RP) e policiamento ostensivo (PO), com o objetivo de inibir a ação de meliantes, para isso, o policial deverá estar caracterizado (Fardado, Armado e Equipado).

 

São funções também do efetivo de DPM entre outras coisas: fiscalizar, orientar e fazer cumprir o Código Nacional de Trânsito, realizar policiamento ostensivo em festas comunitárias, shows e outros.

 

A Policia Militar, vêm atuando nesse município desde sua emancipação em forma de DPM, que outrora trabalhava junto com a Delegacia de Policia Civil, e mais tarde separou-se. Antes da emancipação do município de Alfredo Chaves, a Policia Militar atuava em forma de patrulhas, a pé ou cavalo, estando assim presente na história do Município de Alfredo Chaves.

 

 

POLICIA CIVIL

 

Delegacia Municipal, fundada em junho de 1945, com capacidade para 10 detentos.

Compõe a edilidade: Delegado (a), escrivão, 04 investigadores de policia e 03 agentes de policia.

Presta serviços judiciários na área de investigações, detenção e outras mais.

 

 

ASPECTO ESPORTIVO

 

HISTÓRICO -  O 1º time de futebol do Estado foi o de Alfredo Chaves, fundado em 15/08/1910 por Carlos Soares Pinto. Era constituído por: Pedro Bonacossa, Theobaldo de Oliveira Pinto, Ronaldo Boanova, Públio Bellotti, José Bosio, Resk Caroni, José Pitanga dos Santos, Carlos Soares Pinto, José Fernandes Pinto, Luiz Saudino, José Organ, Luiz Villar, Aníbal Cardoso, Ivo Roversi, Luiz Franzotti, Antônio Soares Pinto Júnior e Zeferino Casoti. Intitulado “ALFREDENSE FUTEBOLL CLUBE” e as cores da camisa eram vermelha e branca.

 

Em 1949, foi registrado na federação com o nome de “Esporte Clube Alfredo Chaves, com as cores preta e branca.

Os trabalhadores do político Colombo Guardia, constituíram u  segundo clube, a “Usina Futebol Clube”, e só assim, o Alfredense conseguiu jogar com um time adversário.

 

Atualmente o “Estádio Carlos Soares Pinto” é sede dos principais jogos futebolísticos do município de Alfredo Chaves.

 

 

MODALIDADES – As diversas modalidades esportivas existentes em Alfredo Chaves, demonstra o interesse e dedicação de todas as comunidades, em proporcionar a seus jovens e adolescentes, inúmeras áreas de lazer, visto ter o município vários ginásios de esportes, quadras cobertas, campos de futebol, etc.

 

 

Pratica-se na sede do município:

-         Futebol. (Estádio)

-         Handebol. (Ginásio)

-         Voleibol. (Ginásio)

-         Beach-soccer. (C. de areia)

-         Futsal. (Ginásio)

 

E nas comunidades e distritos, além das modalidades citadas acima:

-         Vôo livre. (Cachoeira Alta)

-         Trilhas.

-         MountainBike

-         Super Cross

-         Trekking (enduro a pé)

-         Rapel

-         Rally

-         Raffitig

-         Bóia Cross

-         rally

-         Bicicross

-         Bocha.

Hoje as comunidades do interior dispõem de 06 quadras cobertas para prática de salonismo.

 

 

SAÚDE

 

 

NÍVEL HOSPITALAR -  O município é atendido pelo Hospital e Maternidade Sant’ana – mantido pela Fundação Assistêncial  de Alfredo Chaves – conveniado ao SUS.

Fundado em junho de 1970, pelo então prefeito João Fregonassi Netto, o Hospital foi doado para a Fundação Assistêncial de Alfredo Chaves em 04 de Dezembro de 1980 pelo prefeito Rainor Breda.

 

Leitos e enfermarias, 28 convêniados com o SUS, e 1 particular.

ENDEREÇO: Rua Moacir Saudino – S/N – Centro - Alfredo Chaves

ESP. SANTO

TELEFAX: (27) 3269 1392

 

A assistência médica –sanitária e odontológica é prestada através do Posto da Unidade Sanitária , fundado em 16/12/1952 , possuindo 09 postos de saúde nas seguintes localidades: Ibitirui, Matilde, Crubixá, Urânia, Sagrada Família, Vila Nova de Maravilha, Aparecida, São Francisco do Batatal e Iriritimirim.

Na sede temos:

ð     Sindicato dos Agricultores (as) Familiares e Assalariados (as) Rurais de Alfredo Chaves.

ð     Sindicato Rural Patronal

ð     Projeto Macrina

ð     Secretaria Municipal de Agricultura

 

Atualmente a cidade é atendida por 03 farmácias

Curiosidade: O 1º médico foi Dr. Américo Homem.

 

 

ELETRIFICAÇÃO

 

A cidade é iluminada desde 1922, data da mesma época do serviço de abastecimento  de água potável e de esgoto em toda a cidade. A ESCELSA       (Espirito  Santo Centrais Elétricas S/A) , empresa atualmente privatizada que abastece o município , fornecendo eletrificação rural a todos os Distritos, com suas respectivas comunidades.

 

 

PONTOS TURÍSTICOS

 

ð     Pedra  do Gururu (Sede)

ð     Estação Ferroviária de Matilde (Distrito de Matilde)

ð     Fonte Nova Estrela (Comunidade de Nova Estrela)

ð     Ilha Tognéri (Sede)

ð     Vila Daróz (Comunidade de Carolina)

ð     Pousada Pinon (Comunidade de Carolina)

ð     Barlacobaco (Distrito de Matilde)

ð     Quente frio

ð     Poção de cachoeira alta

ð     Piscina natural do césar

ð     Piscina natural de cachoeira alta

ð     Piscina natural do gururu

ð     Piscina natural de quinto território

ð     Biquinha da cachoeirinha

ð     Rampa Natural de Vôo Livre  (Comunidade de Cachoeira Alta)

ð     Praça Colombo Guardia (Sede)

ð     Fonte água DUPOTE  (Comunidade de Caco de Pote)

 

 

 

 

 

SÍMBOLOS MUNICIPAIS

 

HINO -  O hino dedicado ao Município de Alfredo Chaves e a seus  filhos ausentes, foi composto em letra e música por D. Maria Luíza Araújo, em 20/09/1985.

 

Alfredo Chaves, terra querida

De ti jamais esqueceremos

(bis) E hoje, nesta festa linda

Velhos amigos, abraçaremos.

 

Terra querida

Teus filhos aqui estão

Juntos felizes, num só coração

(bis) Para dizer-te em alta voz

Alfredo Chaves muito amada por nós

 

De emoção e encantamento

De amor e fraternidade

(bis) É o encontro dos Alfredenses

Simbolizando a felicidade .

 

Neste hino de amor

Cantado em forma de oração

(bis) Expressamos o nosso carinho

Nossa alegria e inspiração

 

(refrão) Terra querida, teus filhos aqui estão.

 

 

Autora: MARIA LUÍZA ARAÚJO

 

 

 

BANDEIRA

 

Foi o primeiro símbolo instituído no município de Alfredo Chaves. Criada pela Lei  Municipal de N.º 193 de 17/11/1964 e , idealizada e instituída pelo Decreto Municipal de N.º 38/1971.

 

 

FESTAS REGIONAIS

 

FESTA DE SÃO BENEDITO- Ocorre , tradicionalmente , no bairro Macrina , nos dias 26  e 27 de dezembro. Essa manifestação popular demonstra a  antiga devoção a São Benedito . Sendo recebido no barracão ao som dos instrumentos utilizados na Dança do Congo e em presença da comunidade. No dia 26 de dezembro , durante o dia tem apresentações de bandas de Congo , com danças  folclóricas  e a noite a procissão segue com o andor que conduz a imagem de São Benedito  pelas ruas da cidade até a sua igreja onde o povo se reúne para celebrarem a missa. A seguir faz-se de conta que se rouba o mastro escondendo-o em um local escolhido pelos organizadores até 27 de dezembro , último dia de festa , em que a comitiva de fiéis percorre com a bandeira  do santo até onde o mastro foi escondido  retornando-o ao barracão, cantando e dançando ao jongo e congo.

 

Esta caminhada do dia 27, tem por objetivo trazer a bandeira presa ao mastro que deverá ser erguido à frente da igreja, com o soar do sino, estrondos de fogos de artificio e aplausos dos fiéis encerrando com o canto do jongo de São Benedito.

O jongo é uma dança de origem africana na qual participam homens e mulheres. O canto tem papel importante no desafio versificado e a dança é movimentos de fácil ritmo.

Em suas estratégias de sobrevivência os escravos elegeram “Bino Santo” como seu intercessor.

 

 

FOLIA DE REIS – É um folgueto de louvação e petitório, de origem lusitana, para obter donativos para festas do Divino e dos Santos Reis. Reúne homens, mulheres, crianças e vários figurantes. Predomina em vários Distritos de nosso município com características rurais.

 

 

FESTA DA UVA – Tradicional no Distrito de São Bento de Urânia, ponto geográfico mais alto do município de Alfredo Chaves, propício a produção de uvas, por ser região de clima frio.

 

Teve seu início em meados de 1974, por iniciativa dos agricultores italianos ali resididos, sob a orientação do então padre Luiz Gonzaga Mancia, vigário da paróquia de Alfredo Chaves, que ao participar desta festa na Espanha, implantou-se neste Distrito, que vem sendo realizada até os dias de hoje.

No início de realização, as uvas eram expostas em grande quantidade, recebiam a benção do padre, e em seguida eram vendidas aos visitantes em barracas onde belas moças vestidas a caráter, tinham em exposição, cachos de uva enquanto serviam vinhos caseiros que forravam de pipas e eram distribuídos em canecas e garrafas.

 

Atualmente, a festa aperfeiçoou sua programação, estendendo-se a sensacionais bailes, bingos leilões, jogos esportivos; sem perder a qualidade e essência de uma cultura bem italiana.

 

Paralela à atividade agrícola existe a industrial pois os pequenos produtores mantêm a fabricação de vinho doméstico.

 

 

FESTA DA BANANA E DO LEITE – A designação provém da riqueza gerada através de atividades econômicas destacando-se a agricultura e a pecuária.

 

O que a princípio era apenas um baile num barracão  de exposição de bananas, onde se reunia os Alfredenses que estudavam fora a parti  daí   tornou-se uma das mais famosas festas do interior do Estado do Espirito Santo. Realizada pela primeira vez em 1970, e oficializada por lei de n.º 371 em 28 de maio de 1971  pelo então prefeito  municipal Darcy de Paula Gaigher, realiza-se tradicionalmente durante o último  final de semana do mês de julho na Sede do município.

 

 

FESTA  DA IMACULADA CONCEIÇÃO – Padroeira do município de Alfredo Chaves, ocorre no dia 08 de dezembro, decretado feriado municipal.

 

Inicia-se no dia 30 de novembro a novena em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, com participação de várias comunidades.

 

A imagem de Nossa Senhora da Conceição é exposta no altar principal da igreja, e é considerada relíquia, pois foi trazida da Itália e doada por dona Rita Augusta Togneri. É esculpida em madeira, tendo sido recolhida dos escombros da 1ª igreja, destruída por um incêndio. (Local onde atualmente está construído o cemitério). Essa pequena igreja existia na colina do Bairro Macrina e por ocasião do incêndio toda estrutura ruiu e a imagem deslocou-se para a parte baixa da cidade onde está a atual igreja.

 

O término dos festejos religiosos, é fechado com chave de ouro com a procissão em que os fiéis carregam a imagem de Nossa Senhora da Conceição pelas principais avenidas da cidade e a realização da festa da padroeira.

 

 

 

 

TRADICIONAL BAILE DE ALELUIA

 

 

Teve início em 1970 na reinalguração do Tororoma, e é realizado em cada Sábado de aleluia e hoje é considerado um dos melhores bailes do estado.

 

 

 

 

 

 

PERSONALIDADE ARTÍSTICA

 

                            HAYDÉE NICOLUSSI - * 1905 - + 1970

 

Voluntariosa e ousada, a escritora Haydée Nicolussi esteve muito à frente de sua época. Sem se preocupar com terceiros, impôs sua determinação e o amor a um homem, em um período em que as mulheres dificilmente enfrentavam as famílias. Ela nasceu em 1905, em ALFREDO CHAVES, interior do Estado. Passou a infância entre Cachoeiras e matas nativas, como qualquer criança da sua cidade. A sede de conhecimento, entretanto, a levou muito longe.

 

Para que Haydée pudesse continuar os estudos, os pais, o engenheiro João Nicolussi e a mãe, Francisca, decidiram mudar para Vila Velha, e aos 16 anos ela se formou professora, no Colégio do Carmo.

 

Em 1929 veio o primeiro prêmio, no concurso de contos da revista Cruzeiro. Conheceu Marino Besuchet. Ela se apaixonou por ele e pelo socialismo. No ano seguinte, os dois partiram para o Rio de Janeiro, apesar das tentativas da família de impedi-la. Não houve jeito. O destino já havia aberto portas mais sedutoras para ela.

 

No Rio de Janeiro, estudou Museologia no Museu Histórico Nacional, de onde era funcionária. Os conhecimentos incluíam Antropologia, Numismática, Heráldica, Epigrafia e Técnica de Museus. Daí foi à França (única capixaba a cursar com mérito) cursar Artes na Universidade de Sorbonne. De volta ao Brasil, escreveu para os jornais e revistas de Vitória e traduziu várias obras como: A Sabedoria da China e da Índia, Goethe e a Revolução Francesa, em traduções inglesa e francesa respectivamente. Publicou um único livro Festa na Sombra, de poemas, em 1943.

 

A nova realidade, porém, não a afastou completamente da família. A prima de Haydée (está com 94 anos) e uma de suas melhores amigas, Mercedes Franzotti Gallerani, conta que a escritora sempre vinha à Vitória visitar os parentes.

 

Haydée foi presa em novembro de 1935 pela Polícia de Getúlio Vargas, durante a Intentona Comunista. Na prisão dividiu a cela com Olga Benário e foi citada pelo escritor Graciliano Ramos em Memórias do Cárcere e por Fernando Morais em Olga. Quando Haydée saiu da prisão ela teria participado da Guerra Civil Espanhola, mais a família nega o fato. Fica a dúvida, porque, segundo o professor Francisco Aurélio, Marino Besuchet teria combatido contra o general Franco.

 

Na década de 50, o nome da escritora foi indicado para a Academia Feminina Espirito-Santense de Letras, mas a aprovação não foi fácil, por ser combatente comunista. Em 1970, Haydée morreu no Rio de Janeiro, pobre, sem ter conseguido realizar muitos de seus sonhos.


 
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